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Ataques contra uma liderança respeitada

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Xico Graziano

A engenheira agrônoma e Deputada Federal Tereza Cristina, representante do Mato Grosso do Sul, se tornou uma liderança respeitada no Congresso Nacional. Tanto é que, logo em seu primeiro mandato, foi eleita coordenadora da Frente Parlamentar da Agropecuária. Não é para qualquer um.
Sua projeção se deve, primeiro, ao fato dela falar sobre o que entende. Sua formação profissional em agronomia embasa seus argumentos políticos. Segundo, Tereza Cristina acumulou experiência de gestão no governo estadual. Ela sabe discursar, mas é prática, ativa, gosta de ver as coisas acontecerem. Terceiro, ela é educada e atenciosa, sabe escutar, predicado raro nos políticos.
Por essas razões, Tereza Cristina é uma querida. Nós, do agro nacional, temos orgulho de ver uma mulher batalhar na defesa do campo. Sua luta é a nossa luta, para fortalecer o novo Brasil que pulsa no interior, longe do litoral.
Como ocorre sempre, o brilho da Deputada Federal Tereza Cristina (foto) atraiu a inveja. E, nesses tempos de fake news, ficou fácil denegrir as pessoas. Nem precisa ter razão ou argumentar, basta insinuar, ou inventar, e colocar na internet.
Assim fez Daniel Camargos, um jornalista militante do esquerdismo verde, ao escrever uma matéria distribuída pela agência Repórter Brasil. De forma grosseira, o jornalista atacou Tereza Cristina dizendo que ela é financiada pelo poderio dos “agrotóxicos”.
Resumindo a maldosa história, o artigo publicado no El País diz que, por ter recebido uma contribuição de R$ 15 mil (declarada à Justiça Eleitoral) de uma Cooperativa Agrícola de Jaboticabal (SP), e sendo essa uma revendedora de defensivos agrícolas, por tabela a Deputada se vendeu às multinacionais. Esquisito, né?!
A história não tem pé nem cabeça. A verdade é a seguinte: a Deputada Federal Tereza Cristina, como engenheira agrônoma que é, se tornou uma forte defensora do agronegócio nacional. E o setor agropecuário, graças ao seu dinamismo, está segurando a barra da economia nacional. Se não fosse o agronegócio, o Brasil teria quebrado de vez.
Mas existe uma elite esquerdista da sociedade que não gosta do agronegócio. Suas vozes estridentes acham que deveríamos voltar a produzir no cabo da enxada, adubando com esterco e combatendo pragas com calda de fumo, como nossos avós faziam. Ricos, bem de vida, se satisfazem em defender uma marcha-a-ré na história. Para curtirem suas casas de campo, ou ver o pôr do sol fumando um baseado nas pousadas ecológicas.
Essas pessoas não estão nem aí para a segurança alimentar da população. E essa é uma das nossas bandeiras ao defendermos, juntos com a Tereza Cristina, a modernização tecnológica do agro nacional. E vamos vencer!
Aqui está a matéria maldosa https://brasil.elpais.com/…/26/polit…/1537970891_279915.html

Xico Graziano é engenheiro agrônomo