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AUTOCRÍTICA do PT. GRÁTIS -Pelotas no tempo da didatura, Marketing Político

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Recebi do grupo de Pelotas, 50 Tons de Rosa, de Lourenço Cazarré. A LAVÔTANOVO vai reciclar a “retratação” do ex-treinador do G.E.Brasil, “Xavante”, o uruguaio Oscar Urruty, e ofereça-la ao PT.

À guisa de auto crítica bagual. Numa dessas cola.

Retratação e autocrítica no sul do mundo é a mesma coisa.

O PT acha que o “escapou, deixou”, se enquadra aí?

Oscar Urruty ganhou uma taça estadual em 1972. Como treinador.

Ele trabalhou de graça. Já era um Mujica na vida e no futebol.

Oscar fez duras criticas ao presidente da FGF, um

autoritário, que não gostou e  exigiu uma “retratação”.

Oscar mandou-lhe uma foto 3 X 4 com dedicatória em bom castelhano: “Es la retratación.”

Se o petismo não aceitar o modelo do uruguaio Urruty, que era de esquerda no futebol de Pelotas, no negror dos tempos, reciclaremos mais três modelos: Zinoviev, Kamenev e Madame Mao.

Autocríticas expontâneas.

Se Lula não quiser, Zé Dirceu pode fazer em lugar.

Mas o PT não está aceitando nem divã.

Oscar, sempre em Pelotas, se dedica hoje a cutelaria – a arte de fabricar facas.

Recicla metal usado em tesouras de esquila.

Os cabos são feitos de rabo de tatu e pata de avestruz. Tudo trabalhado a mão.

Por traumas recentes, LAVÔTANOVO não oferecerá este produto aos partidos.

Triz, um jornal de oposição, em 1976, em Pelotas, dedicou três páginas para uma antológica entrevista com o Oscar Urruty.

Frases:

Pinochet é um carrasco.

Chê é igual a um Tiradentes.

Leão só no circo.

Eu sou um iluminado.

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