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Donald Trump

Brasil mais perto dos ricos

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O presidente Jair Bolsonaro voltou dos Estados Unidos com a percepção de missão cumprida. O aval de Donald Trump para que o Brasil ingresse na Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), o chamado clube dos países ricos representa uma respeitabilidade político econômica do país, e um selo de qualidade internacional, com possibilidades de buscar investimentos externos em condições melhores e com negociações comerciais mais vantajosas. O apoio, sem precedentes, manifestado em várias ocasiões, a Bolsonaro, por Donald Trump pode resultar em conquistas inéditas para o Brasil.

Dispensa de visto

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou projeto para sustar o decreto do governo federal, que dispensa visto para os cidadãos da Austrália, do Canadá, dos Estados Unidos e do Japão. De acordo com o parlamentar, “a medida do presidente da República, Jair Bolsonaro, ofende o princípio internacional da reciprocidade”.

Grandes Nações

O deputado Bibo Nunes (PSL-RS), defendeu o fim da exigência de vistos sem a reciprocidade nos EUA. Para o parlamentar, “sinaliza que o Brasil está fazendo parceria com grandes nações, contrariando a política dos governos anteriores quando os parceiros do Brasil eram Bolívia e Venezuela, países fracassados da África e por aí afora”, assinalou.

Inadimplência e impunidade

O senador Paulo Paim (PT-RS) voltou a lamentar em Plenário que algumas sugestões apresentadas pela CPI da Previdência, que ele presidiu em 2017, não tenham sido implementadas. O senador gaúcho criticou também o Refis, programa de parcelamento de dívidas tributárias, por estimular a inadimplência e a impunidade. A CPI, segundo o senador, concluiu que “o problema da Previdência é de gestão, sonegação, dívidas não cobradas, falta de fiscalização mais dura, desonerações, roubalheira e desvinculação de receitas”.

Centenário de João Goulart

A Câmara dos Deputados realizou sessão solene nesta quarta-feira (20) para homenagear os 100 anos do ex-presidente João Belchior Marques Goulart, o Jango, deposto por um golpe civil-militar em abril de 1964.O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, relembrou o contexto histórico do país quando Jango assumiu a Presidência e quando foi obrigado a se exilar no Uruguai, exílio este que durou até a sua morte, em 1976.