22 de outubro de 2018
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Eduardo Leite

Coligação turbina candidatura

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O PTB comemora a ida do PP para a coligação buscando o Palácio Piratini porque com isso, “ turbinaram a campanha de Eduardo Leite e Ranolfo Vieira”, afirmou, nessa terça-feira (8), na Câmara dos Deputados, o deputado Ronaldo Nogueira (PTB-RS), ex-ministro do trabalho. Na avaliação do parlamentar, a candidatura de Leite, apesar de jovem, mas já com uma boa experiência como prefeito de Pelotas, uma das maiores cidades do Rio Grande do Sul, com um dos maiores índices de aprovação. E o delegado Ranolfo Vieira, que foi chefe de Polícia no Estado do Rio Grande do Sul, cujos resultados trouxeram respostas efetivas no combate ao crime no Estado. “ Então a experiência como gestor de um administrador público como prefeito, e a experiência do outro na condução da área da segurança pública é fundamental para esse processo. E a vinda do PP e seus aliados, turbina essa candidatura “.

Mais força no Parlamento

Para o deputado, Ronaldo Nogueira, “a coligação ampla, envolvendo todos os partidos, isso dá uma segurança maior, porque está na vertical, de acordo com a posição majoritária também para a presidência da República, e no Estado do Rio Grande do Sul. Então há uma coerência no que diz respeito a princípios, ideologias e comportamento; que é fundamental”. Segundo Nogueira, “a sociedade está buscando nos agentes públicos três atributos: coerência, probidade e eficiência. E essa coligação sinaliza nessa direção, o que é fundamental dados aos nomes que compõem tanto a chapa que concorre para deputado federal, deputado estadual e senado, são nomes importantes, e sem dúvida nenhuma, será a maior bancada eleita tanto para a Câmara dos Deputados, como para Assembleias Legislativas”, assinalou.

O drama dos hotéis
passada a euforia da Copa do Mundo e Olimpíada, o setor hoteleiro do Rio de Janeiro cai na Real: do final de 2016 até julho, 13 hotéis fecharam as portas na Cidade Maravilhosa. Nos últimos dois anos, foram 16 hotéis fora de operação, por falta de clientes. Essa triste realidade demonstra que os megaeventos esportivos não são tão rentáveis para a economia dos países-sedes, como divulgam os seus promotores, FIFA e Comitê Olímpico Internacional. Isso já se observou em outros países, o que provoca um enorme debate para mudanças de rumos e evitar que as competições não caiam no descrédito e fiquem sem interessados em recebê-las.

Os presidenciáveis e o esporte

Perguntei a políticos e jornalistas com intimidade no esporte se já encontraram as propostas dos presidenciáveis para o setor de esporte. Até agora, a dois meses das eleições, ninguém leu nada a respeito. Imagino que isso ocorra também com os candidatos a governador. Por que esporte? Porque o próximo presidente da República deveria ter na educação, cultura e esporte a base para dar rumos sociais ao país, a longo prazo. O esporte na escola, está provado em vários países, é fonte de educação e de integração entre os jovens. Contribui para o melhoramento do desempenho escolar e reduz o atendimento de crianças e adolescentes nos hospitais públicos.

Os vices gaúchos

Os gaúchos desbancaram os mineiros: neste ano, todos os candidatos e candidatas competitivos a vice-presidentes da República são do Rio Grande do Sul. Isto desmente a regra que vem desde a República Velha: com poucas exceções, os candidatos paulistas historicamente traziam consigo políticos de Minas Gerais. Desta vez trocaram a taça de café com leite de vaca por outras com leite de soja.

Um candidato à presidente

Todas as candidaturas relevantes têm vices gaúchos: Geraldo Alckmin, de Pindamonhangaba, traz Ana Amélia de Lemos; O paulistano Fernando Haddad, regra três da chapa improvável de Lula da Silva, vêm de Manuela D’Ávila; Jair Bolsonaro, filho de Campinas, chega como general Antônio Hamilton Mourão; e também o candidato do governo e do maior partido político do País, o MDB, Henrique Meirelles, nascido em Anápolis, Goiás, mas paulista de coração, leva na garupa o caxiense Germano Rigotto.

Ainda falando de gaúchos, vale citar o eterno candidato à presidente José Maria Eymael, do PSDC, natural de Porto Alegre, que mais uma vez se apresenta às urnas como opção para a direita católica.