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Concessões nas estradas gaúchas, promete senador

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O senador Luís Carlos Heinze (PP/RS) promete para a próxima semana intensificar o trabalho objetivando duplicar as concessões de estradas no Rio Grande do Sul. Busca com o ministério da Infraestrutura parcerias públicas e com o Governo do Estado, vai preparar estudo paralelo nas estradas estaduais que possam ser concessionadas juntos às estradas federais. A ideia, segundo o senador, é seguir o exemplo do que já feito no Paraná e promover nas rodovias gaúchas, sejam federais ou estaduais, as concessões.

Concessões estaduais

Uma empresa criada pelo BNDES está fazendo um estudo em vários trechos do Brasil para as concessões necessárias, afirmou Heinze.  Na opinião do congressista, “não tem jeito de duplicarmos, ampliarmos, construirmos, se não for pela iniciativa privada”. O senador explica que “ é um assunto que nós estamos focando, já estamos há alguns meses trabalhando com o respaldo dos prefeitos, da bancada federal do Rio Grande do Sul, dos deputados estaduais, do governo do Rio Grande do Sul e dos empresários que precisam do desenvolvimento. ”

Contra criação de nova CPMF

As lideranças da Câmara dos Deputados são contra a criação da nova CPMF. Rejeitam a criação de um tributo sobre meios de pagamento. A Receita quer compensar a perda na arrecadação do governo com a redução da cobrança previdenciária sobre a folha salarial das empresas. A proposta, considerada uma nova CPMF, não agrada ao Parlamento.

Rejeição dos parlamentares

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM/RJ), já adiantou que os líderes de partidos incluindo os que formam Centrão (bloco independente do governo) rejeitam a proposta. Ao todo, esses líderes representam 65% da Câmara. Apenas dois líderes, Delegado Waldir (PSL-GO) e Daniel Almeida (PCdoB-BA), se mostraram a favor. Outros dois disseram estar indecisos e 11 não se posicionaram.

Contribuição sobre pagamento

A ideia da Receita Federal é que o novo tributo sobre pagamentos seja cobrado não apenas sobre movimentações financeiras – como acontecia com a Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) – mas sobre todo o fluxo de pagamento, incidindo sobre entrada e saída de dinheiro da conta, incluindo todos débitos e créditos. Pouco provável que passe no Congresso.

Homenagem à Getúlio

Uma homenagem à Getúlio Vargas reuniu as principais lideranças trabalhista do país. Roberto Jefferson, presidente do PTB, fez uma retrospectiva do que realizou em favor dos trabalhadores, o ex-presidente gaúcho. O ex-ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, destacou que os feitos de Getúlio Vargas se eternizam, pela sua sabedoria, pelo homem generoso, homem corajoso, e homem valente que foi.

Modernização Trabalhista

Nogueira falou da modernização trabalhista que entrou em vigor, no dia 11 de novembro de 2017. “O emprego voltou. Só nesse primeiro semestre agora de 2019 foi mais de 528 mil postos de trabalho positivo. Quando o PTB assumiu em 2016, eram 27 milhões de trabalhadores desesperados querendo trabalhar. Eram mais de 14 milhões que não tinham saída, precisava trabalhar de qualquer forma”. Segundo o ex-ministro do Trabalho, hoje presidente da Funasa, “o PTB promoveu o enfrentamento ideológico, o enfrentamento da própria mídia, o enfrentamento do discurso populista, pensando na próxima geração. A modernização trabalhista está aí e o trabalhador com os seus direitos garantidos”, comemorou.

Nacionalismo econômico

O senador Armando Monteiro (PTB/PE), ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) destacou que Getúlio Vargas criou o nacionalismo econômico, sem xenofobia. Fundou o Brasil moderno. ”  O líder industrial afirmou que “antes de Getúlio era uma economia de base exportadora, um país que era um arquipélago”. Coube a Getúlio Vargas, “através de um processo esclarecido, lúcido, criar esse país moderno”.

 

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