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Farmácias, um bom negócio

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Farmácia, um bom negócio para o empresário. O setor cresce 12,5% e atrai grandes investidores. O Brasil é um país com o dobro de farmácias recomendado por especialistas. Do Oiapoque ao Chuí são quase 60 mil lojas funcionando (52,5 mil) e as escolas de nível médio (25,7 mil). O setor despertou o interesse de investidores consagrados além de grupos estrangeiros e até de grandes redes de supermercados.

As farmácias são altamente rentáveis e devem encerrar 2009 com um faturamento de 31,5 bilhões ou 12,5% acima dos R$ 28 bilhões do ano passado. Esses números sobem cada vez mais com a fraca fiscalização dos órgãos responsáveis e também pela postura do brasileiro de se automedicar. Soma-se a isso o crescimento das famílias especialmente das classes C e D.

“Farmácia é um negócio rentável, tem margem garantida, é imune à crise e no Brasil, o mercado ainda oferece espaço já que nos chamados mercados maduros – Europa e EUA, não há mais espaço para crescer”, avalia Edison Tamascia, presidente das Federações Brasileiras das Redes Associativistas de Farmácias. E acrescenta:” o Brasil é ma boa da vez. Há projeções de dobrar o faturamento do setor nos próximo cinco anos.

Para o consumidor, na verdade, a concorrência representa preços menores, pois o maior número de lojas e redes acirra disputa no setor. Mas com tudo isso, hoje, o Brasil tem um número superior de farmácias do que de padarias. Hoje já operam fortemente no mercado, como grandes redes: Pague Menos (Ceará); Drogasil (São Paulo); São Paulo (São Paulo); Pacheco (Rio de Janeiro) e Raia (São Paulo). Está última teve parte dela comprada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, através do Fundo Gávea. Em Brasília, no ano passado, a Rede Visão foi comprada pela Drogasil. Outra grande concorrente é a rede Rosário, que permanece na mão de seus fundadores.

Haja doentes para tantas farmácias.