14 de dezembro de 2017
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Governo promete retomar investimentos da BR 285

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Em meio a tanta notícia preocupante, uma notícia boa para os gaúchos e catarinenses. O deputado José Stédile (PSB-RS) comemora decisão do governo de retomar os investimentos para a conclusão da rodovia 285.Ele afirmou que, por pressão de Santa Catarina, o Governo vai rever os cortes e retomar os investimentos, liberando recursos para BR-285 que começa em São Borja, continua até Uruguaiana, vai até a Argentina e passa por São Luiz Gonzaga, Passo Fundo, Lagoa Vermelha e termina em Vacaria na BR-116. “A rodovia continuaria no mesmo roteiro até Araranguá”. Segundo José Stédile, a parte de Santa Catarina está pronta, só faltam oito quilômetros. A dificuldade é que tem uma ponte que é cara. É uma obra antiga e precisa ser feita logo a licitação.

Ponte do Rio Guaíba

Com os cortes do Governo Federal, as obras tinham saído de pauta, disse José Stédile. “Agora, o governo sinalizou que vai retomar os investimentos no Rio Grande do Sul. Vai voltar atrás nos cortes .O parlamentar esteve no DENIT onde recebeu a informação que também serão liberados mais recursos para a BR-116 Porto Alegre-Pelotas e para a ponte sobre o Rio Guaíba”.

Alavancar o Turismo

Na avaliação de Stédile, isso vai impulsionar o desenvolvimento de Cambará do Sul que é uma região praticamente deserta ou com pouca população. “Vai alavancar o turismo e proporcionará a valorização da região. Será uma rodovia federal que vai dar uma valorização incrível porque os caminhões da Argentina que vão para o Porto de Imbituba, não vão mais precisar ir à Florianópolis”.

Polo de Logística

Com a retomada da rodovia, afirma Stédile, será proporcionado aos veículos, passar por uma região maravilhosa. “Será bom paro o turismo do Rio Grande do Sul, para o transporte. Essa nova via vai se tornar um polo de logística. Muitas empresas poderão instalar seus depósitos nesta região. A licitação sai até setembro”, acentua Stédile.

Novo Modelo

Para o presidente da Frente Nacional dos Prefeitos, Jonas Donizete, prefeito  de Campinas, caso não houvesse essa medida do governo  parcelando  as dívidas do INSS para auxiliar os municípios, a situação que está ruim ficaria ainda pior. “E quem sente esses reflexos é a população das cidades”.

Segundo Donizete, “o Brasil construído de cima para baixo já mostrou que não deu certo. O que a gente quer agora é que seja construído um novo modelo de Estado em que o Município tenha uma força mais relevante para que as pessoas possam sentir mesmo uma melhoria de qualidade na prestação dos serviços”, defendeu. A marcha dos prefeitos termina hoje (18).

Medida Paliativa

O presidente da Frente Nacional de Prefeitos afirma que a medida do governo “ não é uma barganha, não é uma troca mas acredito que existe uma ampla visão na frente sobre isso. Essa medida é paliativa, ela ajuda, mas não resolve. O que que resolve? É aquilo que todo brasileiro está esperando, é uma retomada da economia, uma melhora na situação econômica do país; porque daí gira a economia, aquece a atividade econômica, e, além de com isso abaixar o desemprego, que nosso ponto de vista, do gestor local é o que mais castiga”.