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A imprensa brasileira que cobriu a Conferência do Clima em Copenhague mereceu um destaque especial dos jornalistas estrangeiros pela capacidade de interagir com os principais veiculos do mundo: New York Times, Le Monde, The Economist, El Pais, entre outros. Jornalistas como Washington Novaes e Ronaldo França, o primeiro da TV Cultura paulista e o segundo enviado especial da Veja se destacaram nos bastidores pela capacidade de surpreenderem os correspondentes estrangeiros dos grandes veiculos, com suas análises sob o ponto de vista do Brasil.

Imprensa Brasileira em Copenhague

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A imprensa brasileira que cobriu a Conferência do Clima em Copenhague mereceu um destaque especial dos jornalistas estrangeiros pela capacidade de interagir com os principais veiculos do mundo: New York Times, Le Monde, The Economist, El Pais, entre outros. Jornalistas como Washington Novaes e Ronaldo França, o primeiro da TV Cultura paulista e um dos textos mais respeitados em questões ambientais do Brasil, e o segundo enviado especial da Veja, ele tem como base a sucursal da revista no Rio de Janeiro, onde é editor, se destacaram nos bastidores pela capacidade de surpreenderem os correspondentes estrangeiros dos grandes veiculos, com suas análises sob o ponto de vista do Brasil.

jornalistas Ronaldo França, Sônia Bridi e Washington Novaes
jornalistas Ronaldo França, Sônia Bridi e Washington Novaes

Novaes, que nas coletivas de imprensa com a delegação brasileira no, Bella Center, era ouvido como referência global se consagrou nos seus mais de 75 anos, como a grande estrela da cobertura sênior da imprensa latino americana em Copenhague. Ele está sendo aguardado na COP 16, no México, em dezembro. Outra jornalista que brilhou foi Sônia Bridi, da Rede Globo. Com sua visão aguçada dos interesses da China, ela foi correspondente em Pequim por vários anos, mostrou aos jornalistas chineses que o Brasil é liderança ambiental no mundo pela capacidade de diminuir o desmatamento e pela habilidade de conseguir recursos internacionais, para evitar o exterminio da maior e mais importante floresta tropical do planeta.

jornalista Antônio Ximenes
jornalista Antônio Ximenes

Da Amazônia,mais precisamente do Amazonas, o jornalista Antonio Ximenes, enviado especial do jornal A CRITICA, conversou com colegas dos cinco continentes pontuando que: muito além do crédito de carbono, o que fortalece a manutenção da floresta em pé, é a valorizaçao das populações tradicionais que vivem em seu interior.

Agora, passada a ressaca da falta de um acordo para a redução das emissões causadoras do efeito estufa, na capital dinamarquesa, as atenções se voltam para Bonn, na Alemanha, onde em junho, tudo indica, a chanceler Angela Merkel, promoverá uma rodada internacional para preparar o terreno com vistas à conferência no México. Até lá, espera-se que o Congresso Americano aprove a Lei de Mudanças Climáticas do presidente Barack Obama. Se isso vier a acontecer, como aguardam os ambientalistas, a terra dos revolucionarios Pancho Villa e Emiliano Zapata (lideres do México insurgente de 1910) pode ser palco de um histórico acordo do clima, com metas de redução de emissões definidas e um fundo mundial de financiamento para as adaptações e mitigações nos países pobres e emergentes, tudo o que não conteceu em Copenhague.