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Onyx Lorenzoni. Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil.

Jogo de campeonato

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O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou que o governo Bolsonaro praticamente não teve derrotas no Congresso. “O governo empilhou vitórias”, comemorou. Ele que passou o dia e ficou até a madrugada, na Câmara dos Deputados, articulando a segunda votação da reforma da Previdência, lembrou que a reforma administrativa passou com 98% do que o governo propôs. Está otimista quanto à reforma da Previdência. Assinalou: “agora é bola para o mato, é jogo de campeonato”.

Onyx destacou a aprovação da reforma da Previdência, além da reforma administrativa, que passou “com 98% do que o governo propôs”. O ministro minimizou a ida do Coaf para o Ministério da Economia, que na época foi considerada uma derrota para o governo.

Emendas parlamentares              

Questionado sobre o crédito suplementar de R$ 3 bilhões para emendas parlamentares, enviado pelo Governo ao Congresso no mesmo dia da votação em segundo turno da reforma da Previdência, Lorenzoni garantiu que “não tem nada a ver uma coisa com a outra”. Na madrugada desta quarta-feira (7) o texto principal da reforma foi aprovado em segunda votação com 370 votos a favor, 124 contra, e uma abstenção.

Estados e municípios

Onyx Lorenzoni afirmou que o governo é “francamente favorável à PEC paralela que deve ser proposta no Senado para a reinclusão de estados e municípios no texto da Previdência”. Para o chefe da Casa Civil, “não é suficiente para a Nação Brasil nós resolvermos apenas a questão da União. Nós precisamos que os estados sejam solucionados”, frisou. O ministro enfatizou que a reforma da Previdência é justa com as pessoas e combate privilégios”. Chamou atenção para o fato de “a Reforma da Previdência está sendo votada em um período em que a população nas ruas pede por sua aprovação”.

Liberdade econômica

“Estamos criando a possibilidade de termos vales do Silício nos estados brasileiros”, afirmou o deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), relator da MP da liberdade econômica. O texto, lembra o parlamentar, tem que ser aprovado até o próximo dia 28, para não perder a validade. Segundo Goergen, a medida proposta pelo governo pretende incentivar o crescimento econômico, flexibilizando algumas regras empresariais.

Minirreforma

Para o Congressista, as críticas que vêm recebendo, de que a MP trata de uma minirreforma trabalhista, “não tem o menor cabimento”. Na avaliação do relator, o texto estimula a criação de renda e emprego e, tem como objetivo fazer com que o Estado deixe de enxergar o empresário como “alguém de má-fé”.

Secretário de Imprensa

O jornalista Paulo Fona foi nomeado Secretário de Imprensa do presidente Jair Bolsonaro. Conhecido dos gaúchos, já foi Secretário de Comunicação no Governo Yeda Crusius (PSDB), no Rio Grande do Sul. Também foi Secretário de Comunicação do Governo Rodrigo Rollemberg (PSB), no Distrito Federal. Sua nomeação saiu no Diário Oficial desta quarta-feira (7). Uma escolha acertada do general Luiz Ramos. Na imprensa, passou pela revista Isto É, pelo Estado de S. Paulo, além de ter sido diretor de redação do Jornal do Brasil e editor do Correio Braziliense. É do ramo. O Palácio do Planalto qualifica ainda mais seu time.

Blog Edgar Lisboa