22 de novembro de 2017
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Latam informa que cobrará R$ 50 para despachar bagagem de 23 quilos

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A Latam empresa aérea informou nesta segunda-feira (6) que ainda este ano passará a cobrar R$ 50 pela primeira mala de 23 quilos despachada pelos passageiros nos voos domésticos, pela segunda mala de mesmo peso serão cobrados R$ 80, e o excesso de peso vai custar entre R$ 120 e R$ 200. Nos próximos meses, o despacho da primeira bagagem de 23 quilos ainda será gratuito e a cobrança será apenas sobre o excesso.

A permissão para que as empresas aéreas cobrem para despachar as bagagens, aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), vale para quem comprar passagens a partir do dia 14 de março. O peso permitido para a bagagem de mão vai passar de 5 quilos para 10 quilos.

A empresa informou que os seus voos para a América Latina terão a primeira mala de 23 quilos gratuita e a segunda vai custar US$ 90. Já nos demais voos internacionais, será permitido levar duas malas de até 23 quilos gratuitamente.

A Latam informou que espera reduzir em até 20% as tarifas mais baratas disponíveis para voos domésticos até 2020. “A experiência internacional mostra que os preços das passagens caíram, e mais pessoas passaram a usar o transporte aéreo onde a bagagem despachada é cobrada à parte”, diz a Latam, em nota.

Outras companhias aéreas

GOL – A companhia aérea GOL anunciou que terá uma classe tarifária mais barata para aqueles clientes que não forem despachar bagagens, mas manterá a opção de envio de volumes ao adquirir o bilhete, mediante cobrança de tarifas do passageiro. A empresa informou que os valores a serem cobrados pelos volumes despachados ainda serão definidos.

Avianca – A Avianca informou que implementará as novas regras aprovadas pela Anac no prazo determinado. Por meio de nota, a companhia afirmou que compromete-se a informar os clientes sobre as mudanças em tempo hábil e de forma ampla e transparente.

Azul – A Azul ainda não definiu se fará alguma mudança em relação à franquia de bagagem despachada.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), informou que poderá intervir caso as empresas aéreas não ofereçam boas condições aos consumidores, após as novas regras de despacho de bagagem entrarem em vigor.

Agência Digital News/Blog Edgar Lisboa