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Caesb firma convênio para ampliar saneamento no DF

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CAESB  Novos estudos para universalizar o acesso ao sistema de abastecimento de água e, principalmente, aos serviços de esgotamento sanitário no DF serão iniciados nos próximos dias. A medida foi anunciada nesta quinta-feira (5), com a assinatura de um convênio entre Caesb, Sindicato da Construção Civil (Sinduscon-DF) e Associação Brasiliense de Construtores (Asbraco), no Palácio do Buriti.

Com a cooperação, após o término de cada pesquisa, serão elaborados projetos de engenharia para realizar obras nas áreas do DF que mais necessitam de saneamento básico, como Planaltina, Brazlândia e Vale do Amanhecer. Com isso, o governo local pretende ampliar a rede de serviços com o lançamento de editais para as empresas de construção civil.

“É fundamental essa aliança, que demonstra o compromisso das entidades de classe e o setor produtivo para atender as demandas da população. Hoje, a Caesb já é uma referência nacional e internacional e tem se desenvolvido muito do ponto de vista técnico”, avaliou o vice-governador Tadeu Filippelli.

Segundo o presidente da Caesb, Oto Guimarães, a média de abastecimento de água no DF chega a 99%, enquanto o esgotamento sanitário atinge os 82,7%.

“Nós queremos que o esgotamento alcance, pelo menos, o índice do abastecimento de água. Para isso, vamos focar principalmente em áreas mais carentes, como Planaltina, em que a cobertura desse serviço é de 65%”, explicou.

Segundo ele, atualmente, a maioria das casas que não contam com o abastecimento de água estão localizadas em áreas recém-criadas. “Embora sejam locais que acabaram de ser habitados, nossa meta é atingir 100%”, complementou Guimarães.

O presidente do Sinduscon-DF, Júlio Peres, destacou que os estudos serão desenvolvidos por técnicos do próprio sindicato, coordenados por servidores da Caesb. “É fundamental trabalharmos em conjunto, porque ter os projetos é um passo inicial para lançar as obras, que beneficiarão a população e as empresas, que terão mais empreendimentos e poderão gerar empregos”, concluiu

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