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Roubos em transporte público sobem 67% em um ano, aponta Segurança do DF

Ao todo, foram 285 roubos em fevereiro, contra 115 no mesmo mês de 2016. Roubos e furtos de veículos aumentaram 10%, totalizando 1.437 casos.

O mais recente balanço de estatística de crimes no Distrito Federal aponta aumento de 67,6% em casos de roubo em transporte público em fevereiro deste ano, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. Em 2017, foram registrados 285 casos do crime – 115 a mais que 2016. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública.

Passageiros entrando em ônibus na Rodoviária do Plano Piloto (Foto: Renato Araújo/Agência Brasília).

Considerando todos os crimes, foram registradas 5.478 ocorrências em fevereiro deste ano, contra 4.948, em 2016. A maior concentração ficou nas situações de violência “contra o patrimônio” – em que os criminosos buscam assaltar os bens das vítimas. Ao todo, foram 5.286 casos em 2017, contra 4.768 no mesmo ano. Isso representa aumento de 11%.

Estupro, roubo a pedestres e crimes contra veículos também cresceram no período. As violências contras as mulheres subiram 33% (11), com 44 casos no período. Já os roubos a pedestres cresceram 13%, o equivalente a 387 situações – passando de 2.954 para 3.341. Também houve aumento nos casos de furto e de roubo de carro. Considerando os dois, o aumento foi de 10% (136), totalizando 1.437 “ataques” contra veículos em 2017.

Assaltos a imóveis

Já os roubos a comércio e residências caíram 35% em fevereiro. Ao todo foram 120 ocorrências a menos e segundo a secretaria, a diminuição nos registros foi puxada principalmente pelos postos de combustíveis.

Para o subsecretário de Gestão da Informação da SSP-DF, Marcelo Durante, um dos fatores que fizeram diminuir o número de casos de roubo foi a parceria que a Polícia Militar fez com os dos donos de postos de combustíveis.

“A aproximação entre a comunidade e as instituições de segurança é fundamental para estabelecer uma relação de confiança e, consequentemente, a busca em conjunto para soluções às vulnerabilidades”, disse Marcelo. (G1)

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