17 de agosto de 2018
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Politicamente correto “a” definição mais que perfeita

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Num concurso realizado na tradicional Griffith University (Austrália), foi vencedora a frase, mais que perfeita (na minha modesta opinião), criada para definir uma expressão “da moda”: politicamente correto.

         ‘Politicamente correto é uma doutrina, sustentada por uma minoria iludida e sem lógica, que foi rapidamente promovida pelos meios de comunicação e que sustenta a ideia de que é inteiramente possível pegar um pedaço de merda pelo lado limpo.

         A despeito de ter sido a frase vencedora, não posso deixar de aplaudir a perfeição da definição. Este comportamento esdrúxulo (de “tentar ser”, ou “ser”, politicamente correto) não passa disso.

         Pessoas que se “escondem” nesta carcaça são – via de regra –  dissimulados que insistem em defender o indefensável, agarrados em argumentos pra lá de pífios e mentirosos.

         Mas, também recebi de um grande amigo outra definição que, se não tão perfeita, igualmente é didática e objetiva ao extremo:

         ‘Politicamente correto é renunciar a seus próprios conceitos, para conseguir a falsa aceitação de uma minoria de imbecis.

         Realmente, a verdade se inclina para o lado contrário a este tipo comportamental, independente da definição escolhida. Ou seja, quem opta pelo modus operandi dos adoradores do politicamente correto fatalmente se trai.

         Seja pelo tipo facilmente identificável, seja pela defesa intransigente da imoralidade. Porque, para estes, tudo o que a moralidade não aceita, se torna uma verdade única, a solução de todos os problemas.

         E assim, esta “moda” vai crescendo e – cada vez mais – conquistando adeptos. Todos – sem exceção – que não se declaram fanáticos da “causa bolivariana” são (aqui no Brasil) inocentes úteis, usados como marionetes para um fim único: poder e riqueza (com o suor e dinheiro dos “trouxas”, óbvio).

         Inocentes úteis que, depois de “bem usados” são rapidamente descartados, jogados no lixo…

         Mas que, enquanto se ufanam de comportarem-se como politicamente corretos, sabem que – mais cedo ou mais tarde – serão jogados fora como um bagaço de laranja.

         Marcelo Aiquel – advogado