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Que tal adotar um cachorrinho? - Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde

Que tal adotar um cachorrinho?

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Zoonoses tem 54 cães aptos para adoção. O interessado deve assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal

Em tempos de isolamento social, com direito a poucas visitas e sem atividades fora de casa, nada melhor do que adotar um bichinho de estimação para alegrar a vida e, ao mesmo tempo praticar um ato solidário. Para quem gostou da ideia, a hora é essa.

Nesse sentido, o canil da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, da Secretaria de Saúde, está com 54 cães aptos para adoção. São 34 machos e 20 fêmeas, todos adultos, à espera de um novo dono e um novo lar. Os cães já passaram por exames para leishmaniose e foram vacinados para raiva. Estão todos em excelentes condições para serem adotados.

“Todos esses cães foram recolhidos e estavam em condições sanitárias inadequadas em logradouros públicos e privados”, explica o gerente substituto da Zoonoses, Laurício Monteiro.

O cidadão que desejar adotar um amigo peludo deve comparecer à Diretoria de Vigilância Ambiental, no Noroeste. O horário de visitação é das 10h às 15h, de segunda a sexta-feira. “Para adotar, é necessário apresentar documento de identificação com foto, ter acima de 18 anos e assinar um termo de responsabilidade se comprometendo a cuidar bem do animal. Além de manter o ambiente do animal (canil) limpo e dar carinho e atenção por toda vida”, informa Laurício.

Também é preciso realizar exames anuais, aplicar as vacinas necessárias e administrar vermífugo, além de aplicar remédio contra pulga, carrapato e repelente de flebótomo, conhecido como mosquito palha, transmissor do parasita da leishmaniose visceral canina.

No momento da adoção, o interessado recebe orientações quanto à guarda responsável de animais domésticos e às medidas de prevenção e controle de doenças. Antes de ser doado, cada peludo fica em observação por dez dias e é vacinado contra a raiva. Os cães também fazem testes para identificar possíveis casos de leishmaniose.

“Recomendamos levar seu animal sempre ao médico veterinário para realizar um check-up clínico anualmente, além de realizar imunoprofilaxia para prevenir as doenças infecciosas que acometem cães e gatos. Seguindo do controle de endoparasito (vermes e outros) e ectoparasitos (carrapatos, pulgas, vetores e outros). Utilizar também coleiras impregnadas com inseticidas com repelentes para flebótomos. Na prevenção da leishmaniose visceral canina”, reitera.

Blog Edgar Lisboa/Secretaria de Saúde