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 Rio Grande do Sul fortalece laços com a Argentina

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O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) esteve na Argentina, acompanhando a comitiva do Presidente Jair Bolsonaro. O senador buscou o comprometimento do governo Macri para as obras estruturais em andamento no Rio Grande do Sul. No avião presidencial, ao lado deputado federal Marcel Van Hattem (NOVO-RS), o senador adiantou assuntos que foram tratados no discurso presidencial.

Em sua fala, Bolsonaro disse que a geração de energia é prioridade para o Governo e que o projeto do Complexo Garabi-Panambi passa pelo desenvolvimento do país. Desde a década de 1970 existem estudos para a implantação das usinas. Ainda existem processos judiciais por conta dos licenciamentos ambientais, envolvendo o Parque do Turvo, que trancam a obra.

Segundo Heinze, com os governos decretando a obra como de interesse para as Nações, os processos serão retomados e os licenciamentos serão uma realidade. “As grandes indústrias vão para onde existe energia. Juntas, as usinas terão capacidade total de 2.200 MW de capacidade instalada e irão gerar 7,5 mil postos de trabalho diretos durante a construção. Emprego, renda, desenvolvimento regional estão na carona e, por consequência, melhores estradas e qualidade de serviços para as comunidades”, garante o senador.

O projeto não descuida da questão sócio-ambiental, o diálogo com a comunidade e a compensação à população é prioridade na execução das usinas a serem construídas no Rio Uruguai, na divisa com a Argentina. O Salto do Yucumã será 100% preservado, sendo considerado o maior salto longitudinal do mundo.

Na pauta com o presidente, Heinze também abordou questões do Mercosul como a elevada carga tributária nos produtos brasileiros, entre eles o arroz. Enquanto o arroz importado é taxado em 4% do ICMS, o produzido no país tem alíquotas de 4%, 7% e 12%, dependendo de quanto cobra a unidade da federação.

Blog Edgar Lisboa

Um Comentário

  1. Usinas juntas? Isso me lembra do presente do Lula para o presidente Índio, doou nossa usina. E o Brasil não aprende nada com isso? Vai se repetir o mesmo erro? Entrando um presidente comunista é isto que ele vai fazer de novo.

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