16 de novembro de 2018
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Setor de serviços recua 2,2% em julho, frente ao mês de junho, aponta IBGE - Blog Edgar Lisboa. Foto: Myke Sena/JBr

Setor de serviços recua 2,2% em julho, frente ao mês de junho, aponta IBGE

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O setor de serviços caiu 2,2% em julho frente ao mês anterior. Essa queda se deu após também recuar 3,4% em maio e avançar 4,8% em junho (série com ajuste sazonal). Em comparação a julho de 2017 (série sem ajuste sazonal), o setor de serviços variou -0,3%, quinta taxa negativa do ano nesse tipo de confronto. O acumulado do ano ficou em -0,8% e o dos 12 meses, ao passar de -1,2% em junho para -1,0% em julho de 2018, manteve a trajetória predominantemente ascendente desde abril de 2017 (-5,1%).

Essa queda na passagem de junho para julho foi acompanhada por quatro das cinco atividades investigadas, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que recuou 4,0%. Os demais resultados negativos vieram dos serviços de informação e comunicação (-2,2%), serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%) e outros serviços (-3,2%). Por outro lado, os serviços prestados às famílias cresceram 3,1%.

Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral para o volume de serviços caiu 0,3% no trimestre encerrado em julho de 2018 frente ao mês anterior, eliminando, assim, parte do ganho verificado no trimestre terminado em junho (0,7%). Entre os setores, o ramo de outros serviços (-0,8%) assinalou a retração mais intensa, após registrar variação positiva (0,2%) em junho. Os demais resultados negativos vieram dos segmentos de serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,7%), de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,2%) e de serviços prestados às famílias (-0,1%). Já os serviços de informação e comunicação (0,0%) mantiveram a trajetória predominantemente ascendente iniciada em fevereiro.

Em relação a julho de 2017, o setor de serviços caiu 0,3%, com queda em duas das cinco atividades e em 61,4% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre as atividades, os serviços profissionais, administrativos e complementares (-2,8%) exerceram a principal influência negativa. O outro impacto negativo veio de serviços prestados às famílias (-0,5%). Em sentido oposto, a contribuição positiva mais relevante ficou com o ramo de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,8%). Avançaram também os serviços de informação e comunicação (0,1%) e outros serviços (0,5%).

Já o acumulado do ano recuou 0,8%, com taxas negativas em três das cinco atividades e em 57,8% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre as atividades, os serviços de informação e comunicação (-1,7%) e os profissionais, administrativos e complementares (-2,2%) exerceram os principais impactos negativos.

Outro setor que também recuou foi o de serviços prestados às famílias (-1,8%). Por outro lado, as contribuições positivas ficaram com os segmentos de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (0,7%) e de outros serviços (2,4%).

Leia aqui matéria completa.

Blog Edgar Lisboa, com informações do IBGE