Sexta-feira, 17 de julho de 2009 | | Edgar Lisboa
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Sexta-feira, 17 de julho de 2009

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Vendas internacionais caíram

“As vendas internacionais do Rio Grande do Sul acumularam queda de 18,8% ao passarem de US$ 8,2 bilhões nos primeiros seis meses de 2008 para US$ 6,6 bilhões em 2009”, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). Quando comparamos os últimos anos, a situação é ainda pior. Só para se ter uma ideia, o saldo alcançado no ano passado inteiro foi equivalente ao de 2002.

Exportação gaúcha

As três maiores empresas gaúchas exportadoras nos últimos seis meses foram Bunge, Braskem a Adm do Brasil. As 10 maiores empresas exportadoras no Estado são responsáveis por 40,7% de tudo que é enviado para o exterior. Entre elas, Bianchini, Doux Frangosul, Alliance One, Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), Perdigão, Agco do Brasil e Universal Leaf Tabacos.

Exportações no Estado

A Refap também foi a maior importadora do Rio Grande do Sul neste primeiro semestre de 2009, com uma fatia de 17,5% de tudo que foi importado pelos gaúchos no período. Em seguida, vem Toyota (2ª) e Cisa Trading (3ª). As 10 maiores importadoras respondem por 51,7% do mercado. Entre elas, Braskem, Cia. Petroquímica do Sul (Copesul), Petrobras, John Deere, Yara Brasil Fertilizantes, Refinaria de Petróleo Riograndense e Agco do Brasil.

Municípios com maiores PIBs

Porto Alegre e Caxias do Sul, sob gestões peemedebistas, apresentaram saldo positivo na balança comercial. Já Canoas, sob administração petista, ficou no vermelho, com saldo negativo de US$ 84 milhões.

Parceiros comerciais gaúchos

China, Estados Unidos e Argentina são, respectivamente, os principais destinos das mercadorias gaúchas. Por outro lado, 51% do que os gaúchos importam vêm dos nossos hermanos argentinos, nigerianos e alemães.

Krieger em Brasília

O presidente da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), Kevin Krieger, representou a prefeitura de Porto Alegre no Seminário do Disque Denúncia Nacional para Gestores, que ocorreu nesta quinta-feira, em Brasília. O evento, organizado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (Sedh), reuniu 53 representantes de secretarias municipais e estaduais que coordenam ações voltadas à proteção de crianças e adolescentes. “Foi uma boa oportunidade para estabelecer novas parcerias e assim criar uma rede nacional integrada de proteção à criança e ao adolescente”, destaca Krieger. No evento, o Disque Denúncia Nacional foi apresentado aos gestores. O novo sistema de banco de dados das denúncias tem por objetivo obter informações sobre a incidência da violência contra crianças e adolescentes.

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