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Ana Amélia Lemos

Soluções de Logística

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Em debate sobre asa soluções de logística, a ex-senadora Ana Amélia Lemos, afirmou que o passivo da logística ainda é muito elevado no Brasil. Segundo ela, “esse é um problema de décadas e o país não pode mais perder tempo”. Na avaliação da ex-senadora gaúcha, houve alguns avanços, mas é preciso dar continuidade nos processos de concessão e de privatização. Em debate realizado por videoconferência pelo Correio Braziliense, com especialistas no setor, Ana Amélia citou como exemplo de gestão privada eficiente o Porto Seco de Uruguaiana, na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina por onde passam mais de 500 caminhões por dia. “Houve investimentos e os processos melhoraram, pelo menos do lado brasileiro”.

Falta de silos

Na opinião de Ana Amélia, “ há muito ainda a ser melhorado na infraestrutura. O país não tem silos para armazenagem. Para um caminhão carregado de grãos chegar ao Porto de Santos ou ao Porto de Paranaguá, ainda é uma operação complicada”.  Destaca que os caminhões, para a exportação de grãos, são obrigados a ficar parados por falta de armazenagem.

Novas regras

“O debate serve como balizador para estabelecer novas regras ou que o governo tome iniciativa para estimular os investidores”, frisou Ana Amélia, acrescentando que é preciso, que os investidores tenham a segurança jurídica necessária para que garanta a segurança do investimento feito”.

Bancada da bala

Capitão Augusto (PSL/SP)

A Bancada da bala no Congresso Nacional comemora os resultados revelados pela Polícia Federal de que o porte de armas de fogo, cresceram nos primeiros cinco meses de 2020. Já especialistas alertam que a consequência, a médio prazo, trará mais violência. Para o presidente da comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Capitão Augusto (PL/SP), “o desarmamento acarretou no aumento de homicídios. O importante é deixarmos a população mais segura”, defendeu. Disse que isso “ já mostra que revertemos a tendência dos governos petistas. Falamos de armas para o cidadão de bem e não marginais. É motivo para comemorar”, acentuou.

Posse de armas

Heitor Schuch (PSB/RS)

Para o deputado Heitor Schuck (PSB/RS), a autorização para posse de armas é um assunto eu sempre esteve muito presente no meio rural. Ele lembra que “ quando nós fizemos aquele plebiscito, referendo das armas lá no governo Lula, foi muito diferente do que o governo queria. Aí já começou a rebelião, digamos assim. Ou seja, teve gente que ia entregar a arma e recebia um pagamento simbólico por isso. Tinha toda uma campanha. Mas não foi muito do propósito do governo na época”.

Euforia no meio rural

O parlamentar afirmou que “depois, quando o candidato a presidente chamado Bolsonaro pautou isso na campanha, foi uma euforia no meio rural. Segundo o deputado, muita gente só votou nele por causa disso”. Disse que muitos produtores rurais, tinham uma meia dúzia de espingardas antigas que receberam de presente do avô, do bisavô e estavam irregulares, que queriam regularizar e não conseguiam. Segundo Schuch, o que está acontecendo é um processo de legalização, não são armas novas, “são armas antigas, guardadas e estão sendo legalizadas. ”

Heitor Schuch argumenta que, no meio rural, “o camarada que mora lá na propriedade, que tem 40, 50, 100 hectares de terras, ele tem que ter uma espingarda. Pelo menos uma espingarda, alguma coisinha. Se não aparece por lá um animal peçonhento e ele não tem o que fazer”

O deputado classifica como normal o crescimento dos pedidos na Polícia Federal. “ Isso não significa que o cara vai sair por aí com uma espingarda, uma arma no carro, dando tiro para todo lado”.

 

 

 

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